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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

VISUAIS - NOVAS TECNOLOGIAS NO GOETHE - 14 DE MARÇO DE 2000

JORNAL A TARDE, TERÇA-FEIRA, 14 DE MARÇO DE 2000

JORNAL A TARDE, TERÇA-FEIRA, 14

                            NOVAS TECNOLOGIAS NO GOETHE

As novas tecnologias, cada vez mais, estão sendo utilizadas pelos artistas, como ferramentas para suas criações. Para discutir o assunto, o Instituto Goethe está programando um seminário com Lygia Haustein, no qual serão apresentados, em vídeo, seis trabalhos de artistas. O evento será de 4 a 19 de abril próximo.O grupo de pesquisa Novas Tecnologias nas Artes Visuais, da Universidade de Caxias do Sul, com o apoio do CNPq e da Fapergs, coordenado pela professora Diana Domingues, está voltado para as pesquisas de ponta em criações no campo da arte interativa com tecnologias digitais através de sistemas multimídia, sensoriamento, redes neurais, robótica e redes de comunicação. Eles vão participar do evento, que é aberto ao público.

                                             FUNCIONÁRIOS DA PETROBRAS  NO MAM



Pela primeira vez na história da companhia de petróleo, funcionários da Petrobrás estão mostrando suas habilidades nas artes plásticas em exposições, que pode ser conferida no Museu de Arte Moderna – MAM-Ba , até amanhã. Petroleiros, funcionários administrativos, gerentes, todos estão mostrando trabalhos, em óleo e acrílico sobre telas, bico de pena, além de fotografias em preto-e-branco e coloridas. Óleo sobre tela de Rosely Perroni entre os trabalhos expostos.
São 24 trabalhos, feitos por 15 empregados da Petrobras. Este é o segundo ano consecutivo do Projeto Cultural Petrobras, criado para desenvolver atividades artísticas em todas as unidades da empresa e para revelar o potencial, o talento e a habilidade dos empregados. É a primeira vez que se realiza uma exposição desse tipo em um museu conhecido nacionalmente.
A Exposição de Artes Plásticas e Fotografias do Projeto Cultural Petrobras-Bahia começou na sexta-feira passada, mas ainda poderá ser visitada, hoje e amanhã, das 13 às 21 horas.




VISUAIS - ESCULTURA DE ANTONELLO - 28 DE MARÇO DE 2000

JORNAL  A TARDE, TERÇA-FEIRA , 28 DE MARÇO DE 2000



                                      ESCULTURA DE ANTONELLO PARA A CIDADE
Na foto Antonello com sua escultura.
Mais uma escultura foi posta na praça pública situada defronte ao ateliê de Calasans Neto, em Itapuã. A nova escultura, do artista Antonello  L’Abbate, compõe uma série de peças que fazem parte do logradouro. É um monobloco, moldado em concreto, de formas bem definidas, que, nas curvaturas e reentrâncias, lembram o mar. Nela foram calcadas e recortadas ondulações do movimento do mar de Itapuã, até na cor azul ultramarino, o que une o azul atlântico, o azul da lembrança de Antonello. Detalhe: aproveitando um vazado, o artista introduziu uma matriz de gravura em cobre, que, com a incidência do sol, capta um brilho especial, dando ao espectador a visão da beleza da cor do cobre. Já compõem a pracinha trabalhos de Calasans Neto, Sante Scaldaferri, Gustavo Moreno e, em andamento, trabalho de Tati Moreno. Todas as obras foram doadas pelos artistas, num ato de cidadania.

                                                         FERJÓ VISITA SALVADOR
Radicado há 25 anos nos Estados Unidos, o artista plástico baiano Fernando de Jesus Oliveira, Ferjó, está em Salvador, para descansar e matar as saudades dos amigos e parentes. O artista, que tem uma obra amadurecida, no estilo surrealista, retornará aos Estados Unidos na próxima semana, a fim de cumprir a agenda em galerias americanas, que inclui duas exposições programadas para maio, em Miami. Com a agenda já definida até o final do ano, Ferjó está, cada vez mais, radicado nos Estados Unidos. “Os americanos valorizam nosso trabalho”, diz ele. A obra acima, chamada da Gallery of The Masters, em  óleo sobre tela, integrará a exposição a ser apresentada, em maio, em Miami.
                                    NIDE CONTINUA PINTANDO

Para os que gostam da obra de Nide, quero informar que a artista continua pintando suas baianas, que se caracterizam pela leveza das rendas das saias e de outras peças do vestuário tradicional. Ela se encontra afastada do movimento artístico porque, segundo afirma “existem momentos em que se torna necessário um retiro espiritual, a forma e o tempo não importam. É o momento da comunhão do artista com sua arte, oi introspectar preparatório para um novo impulso”. O que Nide quer deixar claro é que, em breve, voltará a expor novas telas, que, sempre, enaltecem as manifestações tradicionais da Bahia.

VISUAIS -O FOTÓGRAFO JUAREZ PARAÍSO - 21 DE MARÇO DE 2000


JORNAL A TARDE ,TERÇA-FEIRA , 21 DE MARÇO DE 2000


                                  O FOTÓGRAFO JUAREZ PARAÍSO
É sabido que a fotografia vem exercendo um fascínio entre os artistas plásticos, como uma importante ferramenta para suas criações. Por outro lado, como lembra Juarez Paraíso, os autores da fotografia pictórica no século XIX também almejavam ser  pintores imitando-os, com as composições que faziam para inserir os clientes. Neste século, os fatos mais marcantes têm sido registrados e veiculados nos mais distantes rincões da Terra e, agora , mais ainda, através da reprodução via Internet. A fotografia que fixa aquele momento, que aprisiona aquele instante, imediatamente é escaneada e jogada na tela do computador, ganhando ares universais.
Grandes nomes da fotografia também já figuram na Internet. Inclusive ,  temos um fotógrafo brasileiro, Sebastião Salgado, que tem feito importantes trabalhos, a exemplo do que focou as grandes migrações de populações, ocorridas recentemente. Um fato importante é que a fotografia se popularizou e, agora , só depende do querer fixar algum acontecimento, tendo, naquele instante, uma máquina ou um celular nas mãos. Até a técnica tem contribuído para melhorar a qualidade das fotos, até mesmo as caseiras, porque os novos equipamentos permitem que o autor escolha o melhor ângulo, sem se preocupar com a luz e outros detalhes, que são corrigidos pela máquina.
Conta Juarez Paraíso que as primeiras fotos foram feitas numa Canon e que nunca abriu mão do trabalho de laboratório, como uma extensão da criação, pois permite melhor qualificação e  prolonga a identidade e a autoria da foto. Em 1970, já trabalhava com foto 6 x 6, com uma Rolleiflex , e, depois com uma Hasselblad  500c/M. Realizou fotomontagens, com predominância de técnicas de laboratório, com a impressão de dois ou mais negativos. A partir deste ano, a fotografia dele interage com outras técnicas.
Juarez Paraíso está expondo fotografias na Galeria da Fotografia, recém-inaugurada e exclusivamente dedicada à arte fotográfica. A iniciativa de Fernando Oliveira,  Beto e irmãos vem suprir uma das deficiências de Salvador nessa área. A produção fotográfica de Juarez Paraíso vem desde a década de 1960 e pode ser classificada em fases bem distintas. São fotografias sem nenhum tipo de manipulação, valorizando a composição, o corte, as angulações e os contrastes de cor, de luz e de sombra mais expressivos, a fotomontagem com a superposição de negativos previamente elaborados, a fotomontagem mesclada com desenhos Fotodesign, uma espécie mais sofisticada de fotomontagem, com imagens relacionadas pela justaposição e com designs pré-definidos. Com a Fotodesign, a imagem final é de maior impacto gráfico e todos os contrastes são obtidos com recursos fotográficos.
Finalmente, em 1990, Juarez começa o trabalho com a fotografia digital, dispondo do computador e seus softwares. Vale salientar que, a partir de 1970, Juarez Paraíso incorpora a experiência fotográfica nas experiências de artista plástico, notadamente na xilogravura, litogravura em metal, pintura e desenho. A sua experiência com a fotografia estende-se, também, a outras áreas, tendo sido membro do júri, por várias oportunidades, de mostras e salões de fotografia, desde 1968, quando fez parte do 1º Salão Baiano de Fotografia Contemporânea, juntamente com Walter da Silveira, Silvio Robatto, Leão Rozemberg e Carlos Alberto Gaudenzi ( Kabá). Já escreveu vários ensaios sobre fotografia e organizou várias mostras, como a de Fernando Goldgaber, na Galeria Convivium, em 1966, uma das primeiras individuais de fotografia em Salvador. Organizou também os quatro Salões Nacionais de Fotografia, promovidos pela Escola de Belas Artes , no período de 1992 a 1995.

VISUAIS - GEORGES RECHBERGER -2 DE JULHO DE 2002


JORNAL A TARDE, TERÇA-FEIRA 2 DEJULHO DE 2002





                                      GEORGES RECHBERGER
Há 15 anos que o artista Georges Rechberger, de origem suíça,está radicado na Bahia, onde desenvolve seu trabalho ,sem nunca ter realizado uma exposição. Nesses anos,vinha expondo com certa freqüência na Suíça, principalmente nas regiões de Berna e Solothurn, levando para lá informações sobre a Bahia através de suas telas e nas conversas que mantém com os patrícios. Lá, as exposições dele costumam ser eventos sociais que atraem a mídia, representantes da política, empresários, principalmente da indústria relojoeira, e admiradores da arte. A partir de amanhã ( 3) , quando está marcada sua primeira apresentação no Brasil, o público baiano terá a oportunidade de conhecer a obra dele, que acontecerá na Sala de Arte-Bahiano, no Clube Bahiano de Tênis, na Barra. Para isso acontecer , ele conta com o apoio do grupo Kultura, recentemente fundado por suíços e baianos, com fins de intercâmbio cultural.
 Foto do suiço-baiano Georges  Rechberger com obras de suas autoria.
                                  JOSÉ PATRÍCIO
Através da realização de trabalho pessoal de pesquisa e criação artística, o artista plástico José Patrício busca relacionar arte e jogo, ordem e acaso. Com exposição de duas instalações, juntamente com obras da série Arte Combinatória Cento e Doze Dominós, no Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM-Ba, até 4 de agosto próximo, o projeto pretende contribuir para ampliar o campo de atuação do artista e o interesse pela produção visual contemporânea do Nordeste brasileiro.
Reprodução de gravura de José Patrício que ilustra a capa do convite da mostra.
                                                 GRAVURAS
As gravuras digitais do arquiteto e desenhista equatoriano Luís Espinosa estarão expostas no Espaço Calasans Neto, no Uec, da Pituba , a partir de amanhã, dia 3, denominada Mosaicos Digitais. A mostra reúne 21 desenhos feitos em computador, de 1m x 1m, impressos em papel náilon e emolduradas em madeira colorida e policarbonato – espécie de acrílico. Além das obras em papel, haverá um computador no local, no qual o público poderá  conferir as obras em movimento e eletronicamente,conforme foram produzidas. Em Salvador, será a primeira exposição individual do artista, que já exibiu seus quadros em São Paulo, Belo Horizonte e planeja levá-los, também, para a Europa. Extremamente coloridas e repletas de efeitos sombreados, as peças são o resultado da produção do artista em arte eletrônica durante cinco anos. Desenhista desde a adolescência, ele começou a traçar gravuras no computador em 1997, numa tentativa de acompanhar os avanços tecnológicos que influenciam a produção de arte. Segundo ele, suas obras nasceram ainda da idéia de usufruir das novas técnicas e possibilidades de criação oferecidas pela máquina.

VISUAIS -PRODUTO POÉTICO - 16 DE JULHO DE 2002

JORNAL A TARDE SALVADOR, TERÇA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO DE 2002


                              PRODUTO POÉTICO
O saudoso Rubem Valentim recebe uma justa homenagem, com um trabalho organizado por Paulo Darzé, com texto do próprio homenageado e de outras pessoas que escreveram sobre a obra dele, seguida de exposição, inaugurada nesta quinta-feira. O saudoso e inquieto Rubem Valentim deixou uma obra emblemática, com uma riqueza de símbolos afros reconhecidos não só em nosso País, mas também no exterior. Ele próprio escreveu, em 1978, que “A arte é um produto poético cuja existência desafia o tempo e por isso libera o homem”. Ainda neste texto, ele diz “isso me afeta de uma maneira total, porque sou um indivíduo tremendamente inquieto e substancialmente emotivo” Lembro-me que, ao lado de Ivo Vellame e Valentim, julgamos um Salão, no Museu de Arte Moderna na Bahia, e me impressionou como ele gesticulava ao defender as idéias sobre um ou outro trabalho posto em julgamento. Ele as defendia com muita emoção, mas quando vencido por argumentos de outros membros do júri, aceitava com dignidade.
                                                         INSTALAÇÃO
 “Os trabalhos que ora realizo representam um registro de mudança, transição, metamorfose. Herança da Land e da Earth Art, de Edson da Luz, Frans Krajcberg e outros artistas, que, antes de mim, já utilizavam elementos da natureza, plantas, terra, pedras, escavações, trabalhos grandiosos, só vistos totalmente através de aviões.
Estes trabalhos realizados na natureza envolviam toneladas de terra e pedras, estavam nas galerias e nos museus por meio de fotos, filmagens, textos descritivos e mapas”, revela Baldomiro, que, agora, vai expor, no Museu de Arte da Bahia, uma instalação com elementos naturais. Baldomiro utiliza-se de elementos da natureza e faz o trabalho manual, de junta as palhas, amarrá-las e entrelaçá-las, para  criação de suas formas. Muitos dos elementos que utiliza não despertam interesse, e ele os resgata dando-lhe uma função nobre. Acho muito interessante a disposição daqueles que trabalham com instalações e outras formas de manifestação artística efêmeras, pois não estão preocupadas com a durabilidade ou a eternização de suas obras. Elas funcionam dentro de um determinado espaço por limitado tempo. Ficam apenas os registros fotográficos ou em vídeo
                                                                 IR-E-VIR
 O pintor português Vítor Espalda estará expondo, a partir desta sexta-feira, a série Ir-e-Vir, com obras inéditas, em acrílica sobre tela, aberta ao público até 06 de agosto, na Galeria Acbeu (Vitória), que funciona diariamente, exceto aos domingos. Espalda aborda como tema principal o tempo, destacando a rapidez e a velocidade da vida contemporânea. Nas telas, ele se utiliza de um extenso colorido de formas que aparecem de maneira fugaz, como se estivesse em movimento, causando a impressão de deslocamento no espectador. “Com estas obras eu pretendo dar corpo a um conceito abstrato- o tempo-, tal como ele é entendido hoje. O movimento rápido da vida moderna deriva justamente do modo como nós interpretamos esse bem. Com tanta tecnologia ao nosso dispor, que nos libertaria para termos mais tempo, parece um contra-senso andarmos cada vez mais apressados”, diz Espalda. As obras mostram os trabalhos mais recentes do artista, telas figurativas que representam o ser humano em movimento. Em algumas peças, estas figuras estão associadas a signos, como linhas, que derivam de códigos de barra, tema da fase anterior do artista. “Eu tenho uma grande propensão para o experimentalismo, gosto de testar novas técnicas, novos resultados”, revela o artista.

VISUAIS - HISTÓRIA EM QUADRÕES - 23 JULHO DE 2002


JORNAL A TARDE SALVADOR, TERÇA-FEIRA, 23 DE JULHO DE 2002.

                        HISTÓRIA EM QUADRÕES

Depois de passar pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro, está agora no Conjunto Cultural da Caixa Econômica, de Salvador, através do apoio da CEF, Maurício de Sousa Produções, Embratel e Empresa Itapemirim, a exposição História em Quadrões, uma criação do pai da Turma da Mônica, o desenhista Maurício de Sousa. A mostra fica em cartaz até o dia 28 de agosto, no casarão de número 57 , da Rua Carlos Gomes. A exposição é uma grande brincadeira que o artista faz, reproduzindo pinturas famosas em todo o mundo e uma das esculturas mais conhecidas de todos os tempos - O Pensador, de Auguste Rodin. O detalhe que dá graça a tudo isto é que, em lugar dos retratos originais, estão os personagens da barulhenta Turma da Mônica. Assim, na releitura de Maurício de Sousa, o quadro mais famoso do planeta, a Mona Lisa, de Da Vinci, passa a ser a Mônica Lisa, e Cebolinha vira modelo para a escultura. Vá conferir que vale a pena.
O competente Maurício de Souza brinca com obras famosas.
                                                       OUTROS BICHOS

 A artista Alessandra Menezes está mostrando 50 obras da série Tribos, Tipos & Outros Bichos, na Galeria Nome aos Bois, nº10, Rio Vermelho. São pinturas em acrílico sobre tela que atestam a nova fase do trabalho dela, figuras humanas e animais, em cores fortes e contornos definidos, com inspiração na arte pop e no universo das histórias em quadrinhos. Formada na Escola de Belas Artes da Ufba, em 1990, Alessandra participou de algumas exposições coletivas na cidade e, nos últimos anos, tem dedicado-se à criação de objetos e quadros usando a madeira compensada como suporte. Com um toque lúdico em tudo que faz, a artista cria um universo muito particular, no qual  costuma brincar com a forma, buscando simplificá-la, e, ao mesmo tempo dar as suas figuras  e tipos alegria e vida própria. “Através de figuras e elementos do meu imaginário, busco me expressar de maneira livre e com senso de humor. O resultado é um conjunto de pinturas, acima de tudo, bastante divertido”, diz Alexandra.
Na foto uma obra de Alexandra: simplicidade e expressão.

                                                          ESPAÇO DAS ARTES

 A Galeria Espaço das Artes vem movimentando os artistas com a realização de Cursos de Modelagem com argila, pintura em tecido, óleo e acrílica sobre tela, desenhos artísticos e publicitários, história em quadrinhos e oficinas. O curso é direcionado ao público pretendente aos vestibulares que exigem aprovação no teste de aptidão em Desenho. São ministradas aulas de perspectiva, luz e sombra, observação, proporção e centralização.


VISUAIS - CABUL É AQUi ! - 30 DE JULHO DE 22


JORNAL A TARDE SALVADOR, TERÇA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2002


CABUL É AQUI!

Fotos digitais da exposição Humano Urbano serão doadas a arquiteta envolvidos com reconstrução de Cabul, capital do Afeganistão, arrasada pelos bombardeiros americanos e ingleses. A mostra enfoca a vida dos sem-teto de Jerusalém, Cairo, Madri, Londres, Loa Angeles, Miami, Montego Bay, São Paulo, Manaus, Porto Alegre e Salvador, Está aberta à visitação, até o dia 10 de agosto, no Espaço Cultural Lúcia Rocha, da Faculdade Hélio Rocha (Rua Fernando Menezes de Góes, 570), Pituba, a exposição de fotografias digitais Humano Urbano, do fotógrafo e sociológico brasileiro radicado nos EUA Robson Oliveira. Composta por 40 fotografias, amostra é inspirada no fato de Curitiba ter sido escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como modelo para a reconstrução de Cabul, capital do Afeganistão. O país ficou quase destruído após as inúmeras batalhas internas tribais, as guerras com a Rússia e os Estados Unidos, esta última em represália aos atentados terroristas a Nova Iorque.
 Foto de Lua Crescente , trabalho em espelho de Belinda Neves.

                                                       ESPELHO MEU

Uma mostra de pinturas feitas em 25 espelhos, da artista Belinda Neves, será aberta, no próximo dia 7, na Galeria Nino Nogueira. Explorando a técnica da pintura e, principalmente, a do mosaico, as obras têm tamanhos e formatos diversos. “Gosto de trabalhar com artistas criativos e que possam oferecer trabalhos de qualidade. Meu público exige isso”, afirma o decorador Nino Nogueira, proprietário do espaço onde realizará a expedição.
Após um período de reforma da loja, onde ampliou o espaço para exposição, marcando, também, o lançamento de uma linha de utilitários elaborados pela artista, iniciando com espelhos. Até o final do ano, estarão disponíveis vários objetos criativos e utilitários que levam a assinatura da artista

                                                 LEONARDO ALENCAR

Do ateliê, em Aracaju, o sergipano Leonardo Alencar foi convidado a participar da Quinta Bienal Internacional da Aquarela do México, a ser realizada no museu nacional de La Acuarela, na Cidade do México. O convite foi oficializado através do Sindicato Dos Artistas Plásticos do Estado de São Paulo, vinculado à Associação Internacional de Artes Plásticas (Aiap) e Unesco. Leonardo é professor de arte na capital sergipana e participa, juntamente com mais quatro pintores brasileiros, considerados emblemáticos, das regiões Norte, Sul, Centro, Leste e Oeste. Leonardo é um dos artistas mais competentes de sua geração, tem um currículo invejável e continua produzindo cada vez mais. Reprodução de um desenho de Leonardo Alencar.