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Zé de Rocha desenhando com areia (Sand Motion), no seu ateliê. |
Desde
a sua infância que Zé de Rocha vive envolvido com desenho copiando os personagens das histórias em quadrinhos e depois passou a receber orientação de seu
conterrâneo o pintor expressionista Nelson Magalhães, que ele chama de
Nelsinho. Surgiram suas pinturas densas cheias de grossas camadas de tintas
num colorido forte e com muita expressividade. A busca foi tomando outros
rumos e hoje transita em meio a traços e manchas criando imagens que impactam o apreciador de suas obras. Está implícita em sua arte a capacidade de nos
apresentar a violência que vem escalando em todo o mundo, e o artista diz
claramente num texto que escreveu para uma exposição na Caixa Cultural, em
Salvador, que não se trata apenas de ilustrar a violência, mas de encontrar uma
tensão que se revela através das imagens que cria. Ele acredita que essas
imagens de carros destruídos no trânsito, de pessoas vítimas da brutalidade humana, das mãos
queimadas na guerra de espadas são reveladoras do que ocorre com a humanidade. É
bom lembrar que desde os tempos imemoriais o ser humano vem mostrando este seu
lado violento, e nos tempos da barbárie ainda eram bem piores que os de hoje. Também, ao lado do criador de traços e manchas impactantes tem um músico que toca
acordeom com tanta sensibilidade quanto o artista visual ao fazer os seus
desenhos. O Zé de Rocha é natural de Cruz das Almas, doutor em Artes Plásticas,
pela Escola de Belas Artes, da Universidade Federal da Bahia, e atualmente
professor de Desenho, da Escola de Belas Artes. Portanto, vive dividido entre o
magistério e seu ateliê no Jardim Brasil, e quando o tempo lhe permite toca seu
acordeom. Já participou de várias exposições individuais e coletivas, salões e
bienais ,e foi premiado em alguns desses eventos.
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Neste autorretrato vemos seu grito contra a violência. Desenho em carvão sobre papel. |
Vemos
que o artista visual Zé de Rocha está focado na criação de imagens que revelam
e discutem a violência urbana que nos cerca, quer estejamos numa metrópole ou
mesmo numa cidade do interior. O risco
sempre vai estar presente. O substantivo risco na nossa língua portuguesa tem significado “de perigo ou a
possibilidade de perigo, mas também pode ser entendido como prejuízo ou
insucesso em um projeto. De forma mais técnica, pode ser a probabilidade
de um evento incerto acontecer. Em alguns contextos, como no de arte,
refere-se também a desenho, traço ou esboço.” Na obra de Zé
de Rocha temos o risco, o traço elaborado e as manchas feitos por um artista contemporâneo. Ele é consciente da sua inserção neste mundo onde vivemos caminhando numa linha tênue
enfrentando os riscos e desafios de uma sociedade competitiva, individualista,
e também com seus bolsões de violência que se manifestam no trânsito
desenfreado e nas reações insanas de grupos de pessoas que vivem mergulhadas na
criminalidade.
IMPORTÂNCIA DO DESENHO
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Neste desenho de um ônibus sinistrado, feito com carvão, vemos o nível de dificuldade e sua habilidade na execução. |
Entendo que o desenho é a
base sólida de um bom artista. Para que você cresça profissionalmente como
artista visual é preciso que tenha como base um desenho apurado, e a partir daí
poderá chegar a uma infinidade de possibilidades de distorcer as imagens,
reduzir, aumentar, incorporar outros elementos, dentre outras formas de se
expressar. E o Zé de Rocha é um excepcional desenhista. O texto escrito pela
artista Rosa Gabriella de Castro Gonçalves, no livro Carvão, organizado por
Ricardo Bezerra, ela escreveu: “É no desenho (disegno) que a arte se legitima
enquanto unificado, prática nobre e conhecimento intelectual, demonstrando
domínio conceitual sobre a forma e a composição. No Renascimento, quando as
artes visuais almejaram ser consideradas artes liberais, deixando a condição de
mera técnica, foi o desenho, enquanto atividade mental, que tornou isso
possível. Esta passagem foi registrada por Vasari, que estipulou que as artes –
arquitetura, escultura e pintura – não deveriam ser denominadas simplesmente
artes, mas artes do desenho”. Rosa Gabriella é graduada em Comunicação Visual e
doutora em Filosofia pela Universidade Estadual de São Paulo -USP. Já o Vasari
que ela cita trata-se de “Giorgio Vasari (1511-1574) foi um pintor, arquiteto e
biógrafo italiano, produziu suas obras na fase mais tardia do Renascimento.
Tornou-se famoso ao escrever biografias dos artistas da Renascença italiana,
que se tornaram essenciais para a história desse período.” Wikipedia.
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Trabalhando com espada para desenhar sobre uma lona . Antes ele faz uma base para a lona suportar o fogo e as fagulhas. |
O artista José Raimundo Magalhães Rocha,o Zé de Rocha nasceu em sete de janeiro de 1979 na cidade de Cruz das
Almas, interior da Bahia, filho de Raimundo Alcides da Rocha e d. Nelma Maria
Magalhães Rocha. Estudou o primário da Escola Mônica e Cebolinha, e o ginásio e
colegial no Colégio Cruz das Almas, que não mais existe. Disse que quando decidiu vir para Salvador
fazer o vestibular sua mãe foi clara ao recomendar que fizesse numa
universidade pública tendo em vista as dificuldades que enfrentavam depois do
trágico falecimento do seu pai. Foi assim que ao terminar o segundo grau prestou
vestibular para a Escola de Belas Artes, da Universidade Federal da Bahia, em 1996,
e após ser graduado cursou o Mestrado e em seguida o Doutorado. Porém, as
coisas não aconteceram normalmente porque depois de três anos estudando a
graduação passou a questionar se deveria seguir sua carreira, achava que a vida
de artista é muito complicada e preocupado com a sobrevivência resolveu
abandonar o curso. Disse que nesta época já participava dos salões regionais entre
os quais o de Jequié, Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana, e chegou a ganhar
prêmios. Sua decepção era com o curso e frustração com as perspectivas que
imaginou quando saiu de Cruz das Almas. Fez outro vestibular e foi estudar Design,
na UNEB, imaginou que aí seria mais fácil a sua sobrevivência. Depois descobriu
que não, abandonou o curso e passou a trabalhar com música tocando o seu
acordeom em bandas, saiu em turnê, viajou com os cantores Xangai e Ferreti. Em 2004 sentiu falta da EBA e do convívio com os colegas retornando com
o objetivo de terminar o curso. “Voltei mais amadurecido e a partir do meu
retorno o trabalho foi crescendo e descobri que meu fazer artístico era muito
gráfico. As linhas, traços e manchas em preto e branco me satisfazem”, disse Zé
de Rocha. TRAJETÓRIA E INCENTIVOS
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Pintura da época que estudou com Nelson Magalhães. |
Se o artista Nelson Magalhães o incentivou
muito no início de sua busca em Cruz das Almas, na Escola de Belas Artes durante
as aulas de pintura foi a professora Sônia Rangel, que fez este papel. Ela
falou sobre o processo criativo e do encontro da maneira pessoal de trabalhar,
e a partir daí passou a enveredar pelas questões gráficas. Fez muitas serigrafias,
inclusive ganhou um prêmio na Bienal do Recôncavo, e este prêmio possibilitou
viajar em 2009 para Milão, onde fui orientado durante quatro meses pelo
professor, crítico de arte e curador Antonio d’Avossa, na “Accademia
di Belle Arti di Brera, em Milão, Itália, que é uma renomada instituição
pública de ensino superior em artes.
Fundada em 1776 pela Imperatriz Maria Teresa da Áustria. Hoje a Accademia compartilha
o seu prédio principal com a Pinacoteca di Brera, o principal museu de arte de
Milão. A Accademia oferece formação em diversas áreas criativas, como pintura,
escultura, fotografia, vídeo e artes gráficas.
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Brincante ou espadeiro com sua vestimenta na Guerra de Espadas. |
O Zé de Rocha falou durante nossa conversa que “nunca
tinha viajado para fora, e pode visitar museus e tentou mostrar sua arte na
Itália, mas não obteve sucesso. Encontrou alguns músicos brasileiros e se
apresentou em shows em cidades italianas tocando seu acordeom. Ao retornar
passou a se interessar em desenhar carros destruídos, pneus esgarçados, mãos sangrando.
Pegava as imagens nos jornais, e depois visitava o pátio do Detran para ver e
fotografar os carros sinistrados. Confessa que até hoje para na estrada para
fotografar acidentes com vistas a desenhar. A fotografia aprendeu na
EBA com o professor Edgar Oliva e que tem um bom arquivo fotográfico de carros
sinistrados. Estuda os contrastes, os detalhes retratando dentro da sua visão
artística utilizando o carvão e outras técnicas. “Passei a me aplicar mais ao
Desenho”, e destacou a importância das aulas com o professor Onias Camardelli,
e de suas pesquisas pessoais que faz sobre Desenho e a arte contemporânea. “Saí
do carvão, durante o mestrado e fui pro fogo”, adiantou.
MAGISTÉRIO
O magistério não estava nos seus planos, mas
aconteceu e vem exercendo com empenho e alegria apresentando e debatendo com
seus alunos as questões da arte e todos os aspectos que a envolvem. Sempre
busca encontrar formas de motivação de seus alunos, fugindo do formato
tradicional do ensino teórico. Atualmente introduziu m suas aulas o trabalho de
criação utilizando a areia. É o processo criativo conhecido por Sand Animation,
em português é animação de areia que “é uma forma de animação em que imagens são
criadas manipulando areia sob uma fonte de luz que fica dentro de uma caixa de
madeira especial e filmadas quadro a quadro. O processo é uma técnica de stop motion, onde o
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| Carro sinistrado da Série Risco, 2015. |
animador
faz pequenas mudanças na areia e fotografa após cada alteração para criar uma
sequência de movimento.
“O artista precursor desta
técnica de arte foi o húngaro Ferenc Cakó. Ele se graduou no College for
Creative Arts em 1973 e fez animação nessa época. Seu primeiro sucesso
foi em 1982 e em 1989 foi nomeado artista da República Popular da Hungria. Durante a entrevista Zé de Rocha criou algumas imagens
usando esta técnica em seu ateliê e tive a oportunidade também de mexer na
areia, e posso assegurar que é uma forma estimulante de criação. As imagens
mudam em segundos a depender dos movimentos que você faz com os dedos ou mesmo
usando algum instrumento. A areia utilizada é bem fina, quase uma poeira, e
segundo Zé de Rocha só encontrada aqui no Brasil em poucos locais.
EXPERIÊNCIA COM O FOGO
Como ele nasceu na cidade de Cruz das Almas,
que tem uma tradição centenária durante os festejos juninos da prática da
Guerra das Espadas o Zé de Rocha desde cedo participava das batalhas com seus
amigos. Eles chamam de brincantes e mostrou algumas marcas, pequenas é verdade,
resultado de queimaduras com as espadas. Na exposição
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Desenho em carvão do chão de uma rua de Cruz das Almas durante Guerra das Espadas. |
que fez em 2015 chamada
de Há Risco o artista apresentou vários desenhos feitos com carvão sobre papel
e tela com os carros sinistrados, e também obras feitas com as espadas, deixando
as marcas das queimaduras sobre a lona proporcionando um efeito visual
diferenciado. Nos anos de mestrado voltou várias vezes para Cruz das Almas, foi
conhecer e conversar com os mestres fogueteiros, com algumas pessoas mais
envolvidas com a Guerra de Espadas, que hoje é proibida. Os mestres fogueteiros
deixaram de produzir as chamadas espadas garantidas que eram feitas em técnicas
especiais, e atualmente são feitas por gente que não tem muita expertise, e o
perigo é maior porque os que teimam em soltar espadas não se protegem como
antes que vestiam roupas especiais, óculos, capacetes e luvas. Hoje soltam de
qualquer forma correndo da polícia.
Uma
curiosidade é que o Zé de Rocha ao conversar se mostra uma pessoa afável
completamente diferente das obras impactantes que cria. Quando lhe fiz esta
observação rindo ele me respondeu mais ou menos assim ,mas “por dentro sou um
vulcão em erupção
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Zé de Rocha em seu ateliê durante nossa conversa. |
e me expresso como numa catarse através de sua arte. Ele quis dizer que libera suas emoções reprimidas e intensas, proporcionando alívio e uma sensação de purificação. Sua
arte está vinculada às estruturas, as questões gráficas das linhas e não tem
àquela preocupação com a intensidade das cores, e isto já estava na sua pintura
e foi me aprofundando nisto.
O Zé de Rocha se considera um artista contemporâneo,
trabalha pensando no Desenho, no claro e escuro, trata de questões que lhe
atravessam e lhe espantam. Gosta das obras de Francisco José de Goya y Lucientes que foi um pintor e gravador espanhol. É considerado o mais importante artista espanhol do final do século XVIII e começo do século XIX. Disse ainda ter sido de alguma
forma influenciado pelo movimento neoexpressionista que iniciou no final dos
anos 70, se fortaleceu na década de 80 como uma reação à arte conceitual e ao
minimalismo. Este movimento “se caracteriza pelo retorno à pintura, com foco em
temas emocionais e subjetivos, com uso de cores fortes, pinceladas visíveis e
gestos agressivos da criação de obra de grandes dimensões”. Citou alguns
artistas que talvez o tenham influenciado como os alemães Georg Baselitz e
Anselm Kiefer e os americanos Julian Schnebel e Jean-Michael Basquiat. Na sua trajetória artística Zé de Rocha trocou as várias matizes de cores fortes e enveredou a usar o carvão se
expressando com muita energia em preto e branco com gestos e imagens agressivas
que nos levam a conjecturar sobre momentos de tensões e violentos que vivemos
em nosso país.
EXPOSIÇÕES
INDIVIDUAIS:
Em 2019 – RiscoRisco, Galeia RV Cultura e Arte
Salvador – Bahia, curadoria de Sonia Rangel. 2016 - Memórias do Risco,
Galeria Ana das Carrancas – Sesc Petrolina – Pernambuco. 2015 - Há
Risco Caixa Cultural Salvador – Bahia. 2012 - Risco Galeria do
Conselho Salvador – Bahia, curadoria de Sonia Rangel; 2010 - Correndo
Risco, Galeria RV Cultura e Arte Salvador – Bahia; Cronache dall’Estremo Sala
Sposizione Panizza Ghiffa – Itália, curadoria de Antonio d’Avossa.
COLETIVAS E SALÕES: 2022 - 64ª
edição dos Salões de Artes Visuais da Bahia, |
Capa do catálogo da mostra na Caixa Cultura, 2015.Desenho de um velho pneu ,em carvão. |
Museu de Arte da Bahia (MAB)
Salvador – Bahia, Menção Especial; Aos Pés do Caboclo, luta - Centro de Cultura
Vereador Manuel Querino, Salvador – Bahia, Curadoria: Joyce Delfim e Nathan
Gomes.
2021 – Drawing Room Madrid online fair;
https://drawingroom.es/madrid-online-fair-2021;
Desmundo Museologia Lab – Universidade
de Brasília, (UnB) online - https://www.desmundo.museologialab.org/.
2019
- Carvão MUNCAB Salvador – Bahia;
Drawing
Room Lisboa, Sociedade Nacional de Belas Artes – Portugal;
Ficción de lo cotidiano Centro Cultural
Brasil-México Cidade do México.
2018
- EBA 140 anos – Fluxos Visuais de 1877, Sala Contemporânea Mario Cravo Jr –
Palacete das Artes, Salvador – Bahia, curadoria de Eriel Araújo, Luiz Freire,
Ricardo Bezerra e Viga Gordilho.
2017 – Drawing Now, Le Salon du Dessin
Contemporain, edition 11. Carreau du Temple, Paris- França.
2016 -
Zona de Perigo Museu Oscar Niemeyer Curitiba – PR, curadoria de Divino Sobral.
Prêmio CNI- SESI, Marcantonio Vilaça.
2014 - III Bienal da Bahia,
Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador – BA .
2013 - 64º Salão
de Abril, Sobrado José Lourenço, Fortaleza – CE; Esquisópolis, Museu de Arte
Moderna da Bahia, Salvador – BA.
2012 – Paraconsistentes, 25
artistas Contemporâneos da Bahia, Goethe Institut Salvador – BA, curadoria de
Alejandra Muñoz.
Salão de Artes Visuais
da Bahia, Centro de Cultura ACM, Jequié – BA, Prêmio do Júri.
2011 – Quereres, Galeria do
Conselho Salvador – BA.
2010 - XIII Salão Municipal de Artes Plásticas,
SAMAP, João Pessoa - Paraíba.
2009 - Bankside 9TG/SE1, London,
Galeria ACBEU Salvador – BA.
2008 - 15º Salão da Bahia, Museu
de Arte Moderna da Bahia, Salvador – BA; IX Bienal do Recôncavo, Centro
Cultural Dannemann, São Félix – BA, Grande Prêmio – Viagem à Europa; Salão
Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de Cultura Adonias Filho, Itabuna
– BA, Prêmio Incentivo; Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de
Cultura Camilo de Jesus Lima, Vitória da Conquista – BA.
2007 - Salão Regional de Artes
Plásticas da Bahia, Centro de Cultura João Gilberto, Juazeiro – BA, Menção
Honrosa.
2006 - VIII
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Zé de Rocha mostrando parte de uma obra em serigrafia que foi premiada . |
Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemann,
São Félix - BA; Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de Cultura
de Alagoinhas, Alagoinhas – BA. 2003 - VI Bienal do Recôncavo,
Centro Cultural Dannemann, São Félix – BA. 1999 - XXVI Salão
Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, Vitória
da Conquista – BA; Coletiva: Miguel Cordeiro, Nelson Magalhães Filho, Suzart e
Zé Raimundo Rocha, Galeria ACBEU, Salvador – BA. 1998 - IV Bienal do Recôncavo, Centro Cultural
Dannemann, São Félix – BA , Menção
Especial; Singularidades - Coletiva com
os Artistas Mais Expressivos dos Salões Regionais de Artes Plásticas – terceira
fase 97/98, Museu de Arte Moderna da Bahia
– MAM, Salvador – BA; Recôncavo Contemporâneo: Gláucia Guerra,
Nelson Magalhães Filho, Suzart e Zé Raimundo Rocha , Museu de Arte
Contemporânea – MAC, Feira de Santana –
BA ; Exposição de Pinturas: Nelson Magalhães Filho e Zé Raimundo Rocha, Galeria ACBEU, Salvador – BA. 1997 - XXI Salão
Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de Cultura de Alagoinhas , Alagoinhas –
BA; XX Salão Regional de Artes Plásticas
da Bahia, Centro de Cultura Olívia
Barradas , Valença – BA - Destaque Especial; XIX Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia,
Centro de Cultura de Porto Seguro, Porto Seguro – BA; XVIII Salão Regional de Artes Plásticas da
Bahia, Centro de Cultura Amélio Amorim, Feira de Santana – BA , 2º lugar, Prêmio
Agnaldo Azevedo “Siri”; XVII Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, Centro de Cultura Adonias Filho, Itabuna – BA , Menção Honrosa; XV Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia,
Centro de Cultura João Gilberto , Juazeiro
– BA.
FORMAÇÃO - Em 2020 - Doutorado
em Artes Visuais, Processos Criativos (UFBA). 2013 - Mestrado em
Artes Visuais, Processos Criativos (UFBA). 2008 - Bacharelado em
Artes Plásticas (UFBA). ATUAÇÃO DOCENTE - Professor da Escola de Belas Artes,
da UFBA Universidade Federal da Bahia.
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