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Markus Schaaf - com uma das obras que está pintando para sua próxima exposição. |
O artista visual, músico de jazz,
compositor alemão e "um observador da vida urbana" Markus Castelo
Schaaf mora em Salvador, no final de linha do bairro de Itapuã desde 1975 e de
lá para cá vinha fazendo apresentações com seu violão, compondo canções no
estilo Bossa Nova e pintando suas telas. Afirma no seu portfólio de
que sua produção teve início na arte abstrata, explorando a liberdades das
formas através de uma linguagem de improviso jazzístico como fazia com seu
violão. Passou pela figuração com uma estética quase cinematográfica inspirado
na atmosfera da filmografia clássica de Fellini e Antonioni em tons cinzas/
sépias e traços fortes de carvão. São quase sempre cenas do cotidiano que ele
criava e fixava nos suportes de papel e nas telas de vários formatos. Afirma que constrói uma "poética autônoma e universal, mantendo presença ativa na
cena contemporânea".
Continua afirmando que sua
prática pictórica tem mais de duas décadas de uma investigação contínua sobre a
forma, a cor e a presença física do gesto. E que seu caminho a grandes
transições estéticas intencionais - desde a abstração cromática inicial e a síntese
monocromática até a volta à abstração tátil e a vibração orgânica atual com
seus nus em completa liberdade. Finalmente revela que nesta sua "fase atual está
rompendo com o rigor geométrico anterior para celebrar o corpo humano em um
estado ritualístico e performático, através de uma paleta vibrante de
cores". Quando ele fala em rompimento do
rigor refere-se às suas criações que nos remetiam às obras de Paulo Klee e
Wasli Kandinsky. Klee embora tenha nascido e crescido na Suíça, tem
nacionalidade alemã. Era desenhista, pintor, poeta e professor e foi
influenciado pelos movimentos dos expressionistas, cubistas e surrealistas.
Já Wassily
Wassilyevich Kandinsky, foi um artista plástico russo, professor da Bauhaus e
introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa,
adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.
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Obra Tempos Felizes - Um tributo a Vinicius de Moraes, de 2007. |
Vemos, portanto, algumas visões, coincidências e influências sofridas desses dois grandes artistas reconhecidos como
mestres da pintura universal e suas influências na produção de Markus Schaaf,
evidentemente guardando as devidas proporções. Após pintar àquelas formas
geométricas de antes que exigiam mais precisão e paciência Markus passou a
fazer uma pintura figurativa usando tons cinzas monocromáticos quase como takes de
uma película cinematográfica. Estas obras trazem no seu conteúdo uma tristeza
explícita e continuou se expressando desta forma até recentemente quando
decidiu romper e fazer uma pintura mais alegre, com cores fortes e movimentos
mais livres e rápidos.
Continua afirmando que sua prática pictórica tem mais de duas décadas de uma investigação contínua sobre a forma , a cor e a presença física do gesto. E que seu caminho a grande transições estéticas intencionais - desde a abstração cromática inicial e a síntese monocromática até a volta à abstração tátil e a vibração orgânica atual com seus nus em completa liberdade. Finalmente revela que nesta sua fase atual está rompendo com o rigor geométrico anterior para celebrar o corpo humano em um estado ritualístico e performático, através de uma paleta vibrante de cores".
Ele vem com sua vontade de criar se adaptando às
condições físicas que lhes permitem mostrar o seu grande talento. A figura mais
detalhada esteve presente em uma fase importante de sua produção quando usava
tons monocromáticos com tintas cinzas ou pretas para pintar suas figuras e cada
obra conta uma história inspirada nos filmes clássicos que gosta de assistir se
assemelham quase a histórias em quadrinhos e fatos do cotidiano. Portanto, este
retorno à figuração foi tranquilo, e o que mudou é que agora as figuras são
representações de mulheres e homens nus sem os detalhes das figuras de sua fase
anterior e seus personagens estão mais soltas, se movimentando na tela.
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| Markus Schaaf tocando violão. |
O
artista Markus Schaaf era um virtuoso do violão, reconhecido nos meios musicais de sua terra e daqui, mas está enfrentando um grave problema de saúde porque
foi acometido pela doença de Parkinson que já provocou sequelas na sua fala e
nos seus movimentos. Porém, mostra tenacidade, vontade de viver e criar e não
se entrega, não fica naquele mimimi dos vitimistas. Ao contrário, ele teima em
pedalar, fazer exercícios, tocar sua bateria e realizar os movimentos possíveis
com seus braços e pernas. Com a ajuda da Inteligência Artificial vem fazendo
seu portfólio nos intervalos em que vai criando as suas obras e espera concluir
dentro em breve. Ele mostrou nove telas em branco de grande
formato que pretende pintar para uma futura exposição sendo que
duas delas já estão em bem adiantadas. Pude ver que antes o artista faz um
esboço e em seguida passa para a tela através de pinceladas fortes, rápidas, e
com uso das espátulas. As cores são cruas e trazem grande luminosidade. Uma das
razões que o artista disse ter deixado sua terra natal foi por causa do frio
ele não suporta e pelos tons cinzas. “Aqui tem muita luz, calor e mais
alegria.” É exatamente este clima de alegria que encantou este alemão criativo
que mudou definitivamente para Salvador onde mora, constituiu família e tem um
casal de filhos adultos. Esta sua opção pela predominância do gestual o artista
Markus Schaaf, ele assina Chaf como se pronuncia, nominou de Libertação quando
mostra o rompimento com as amarras geométricas e o rigor monocromático dos
períodos anteriores para celebrar a figura humana em sua forma mais crua e
orgânica.Escreveu que “o nu surge despido de artifícios, integrado a um espaço
dinâmico onde tons quentes de terra e tangerina encontram a serenidade dos
azuis e roxos. A pincelada se torna mais solta, expressiva e performática,
transformando o ato de pintar em um ritual de expansão”.
TRAJETÓRIA
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Antes ele pintava figuras geométricas com composições que lembram as obras de Paulo Klee. |
O
artista Markus Castelo Branco Schaaf nasceu em dezoito de abril de 1961 na
cidade de Menden, (Sauerland)) que é uma cidade da Alemanha localizada no
estado de Renânia do Norte. É filho de Peter Schaaf que tinha a formação
em engenharia civil e sua mãe d. Ingrid Hacheney Schaaf, dona de casa. Passou
sua infância e adolescência nessa pequena cidade rural. De 1968 a 1972 estudou
na escola Josefschule, teve como professora a artista plástica Lucie Kaiser e os primeiros contatos com a arte. Em seguida foi estudar o ginasial
no Heilig-Geist-Gymmasium (Ginásio do Espírito Santo) e passou a ter
semanalmente aulas de Artes Plásticas. As aulas constavam estudos de Desenho. Além
dessas aulas a proximidade com as esculturas do artista Hausmann, que tinha
um ateliê na vizinhança passaram a despertar e a influenciar o seu interesse
pelas artes visuais. A influência que ele se refere era o Raoul Hausmann
(1886–1971) um artista austríaco que atuou como pintor, escritor,
fotógrafo e escultor, sendo uma das principais figuras do movimento Dada em
Berlim. “Embora tenha nascido em Viena, Áustria, em 12 de julho de 1886, passou
boa parte de sua carreira ligada ao ambiente artístico da Alemanha. Foi
um dos fundadores do Clube Dadá em Berlim e organizador da Primeira Feira
Internacional Dadaísta em 1920. Destacou-se por suas fotomontagens satíricas,
poemas sonoros e esculturas em forma de assemblage, com destaque para a famosa
obra tridimensional Cabeça Mecânica (O Espírito do Nosso Tempo), de
1919.” Fugiu da perseguição nazista na Alemanha, passando pela Espanha e
Tchecoslováquia antes de se fixar na França, onde faleceu em 1 de fevereiro de
1971.
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Escultura com cabaça e elementos eletrônicos. |
Voltando
ao artista Markus Schaaf em 1985 foi morar na cidade de Dortmund e passou a frequentar
galerias e museus das cidades de Köln, Düsseldorf e Berlim. Foi quando conheceu seu amigo argentino Daniel Santamaria ,que era uma espécie de produtor musical, e o guitarrista também colega de escola o alemão Ziggy Horn. Tempos depois decidiram vir com Daniel conhecer Buenos Aires, onde passaram cerca de um ano e fizeram algumas apresentações. Em seguida vieram
para a Bahia. Passou a se interessar pelas coisas do Brasil especialmente a
Bossa Nova. Retorna à Alemanha e permanece até 1995 em Dortmund quando realiza
a sua primeira exposição intitulada Objetos e Instalações – Índio do Ano 2000,
com a curadoria do diretor do Museu da Arte Contemporânea de Dortmund o dr.
Ingo Bartsch. Estudou violão clássico em Menden, na Musikschule
Menden e guitarra jazz na Future Musik School de Frankfurt, onde se diplomou.
Enquanto isto, passou a se apresentar em museus e galerias tocando violão durante exposições de arte e outros eventos culturais. Disse
que era considerado um virtuoso com o seu violão compondo e se apresentando
cantando suas músicas e de compositores brasileiros da Bossa Nova. Juntou algum
dinheiro e decidiu vir morar em Salvador em 1995, comprou a casa onde reside, e tem o
seu ateliê que chama de Casa do Lagarto, na pacata Colina de Itapuã, onde vive
até hoje com sua mulher com quem teve um casal de filhos.
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Obra Água de Beber, inspirada na canção de Vinicius de Moraes. |
Chegando em Salvador passou a dar
aulas e violão e Inglês para sobreviver,
mas atualmente recebe uma pensão do governo alemão e vive para sua pintura. Tem
pouco tempo que foi obrigado a largar o seu violão porque a doença de Parkinson
tirou parcialmente a coordenação de seus movimentos tão necessários para
movimentar as cordas do instrumento. Quando lhe perguntei se ainda estava
tocando violão seus olhos se encheram de lágrimas e revelou que tem uns trinta
dias que percebeu que não consegue mais tocar como antes e preferiu deixar o
instrumento de lado e vai continuar se expressando através de suas pinturas. Mas, a arte tem um papel importante no enfrentamento da doença e Markus Schaaf vai se adaptando como que driblando as barreiras que a doença impõe. Ele busca diariamente superar as limitações através de sua criatividade e do seu talento artístico.
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A Entrevista, mais uma obra monocromática de 2008. |
Retornou
algumas vezes à Alemanha e levava consigo cabaças, patuás, dentre outros materiais e até porções de areia da Lagoa de Abaeté para fazer suas instalações.
Afirmou que suas instalações eram muito apreciadas. As esculturas e objetos foram feitos com a junção desses materiais levado daqui e elementos eletroeletrônicos que
ele recolhia no lixo e incorporava às suas obras. Tive a oportunidade de ver
uma dessas esculturas que ele expôs na Alemanha , que guarda em seu acervo.
Já
em Salvador passou a frequentar os eventos artísticos aqui realizados. Em 2002
pinta sua primeira tela abstrata usando tinta acrílica. Em 2006
decide se matricular na Escola de Arte de Waldo Robatto e através do saudoso
artista baiano Edison da Luz participa de uma exposição coletiva reunindo Waldo
Robatto, Espinhosa, Ieda Maria, Lina Miotta, Paulo Claussen e outros na Ecco
Design, que fica no município de Lauro de Freitas, na Estrada do
Coco. Em agosto do mesmo ano Chaf - assim que assina suas
obras- volta a expor desta vez numa coletiva da empresa Dismel, que funcionava na
Estrada do Coco,
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Tríptico onde surgem timidamente cores. |
no Litoral Norte da Bahia, quando e fez uma performance
pintando ao vivo para os clientes e apreciadores da arte. No mesmo
ano participa de aulas de pintura clássica com a artista Lina Miotta e do Curso
de Planejamento
e Gestão da Produção de Exposições, ministrado
do Gilberto Habib Oliveira, no Masp-Escola, através o Círculo – Recursos
Humanos. Ainda no mês de novembro participa da exposição coletiva no átrio do
prédio do Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo, em Salvador,
com Lina Miotta, Paulo Claussen e Ligia Ferraz. Encerrando o ano participa como
artista convidado da 12ª Exposição de Desenho e Pintura do Ateliê de Arte Lina
Miotta no Shopping & Camping,na Estrada do Coco. Em 2007 integra
a exposição coletiva na Portobello Shop, Lauro de Freitas ao lado de Juçara
Freire, Rosana Prates, Theonillo Amorim, Paulo Claussen e Lina
Miotta. Mostra seu estilo figurativo próprio “Catálogo de Artistas
Plásticos, Artistas do Vernissage VII 2007-2008”, Rui Dominguez, Editora
Domani, São Paulo recebendo o Certificado de Artista Catalogado 2007/2008
e Honra ao Mérito no” 1.º Salão de Arte do Catálogo Artistas do Vernissage”,
artista. A publicação tem uma carta de Graça Ramos, artista plástica,
doutora de Belas Artes, professora titular da Escola de Belas Artes da
Universidade Federal da Bahia. Em dezembro do mesmo ano Expôs no Aeroporto o díptico “Homenagem a Tom
e Vinicius” 90x230 cm), exposição coletiva da “Oficina de Arte – Waldo
Robatto”. Participa também da exposição coletiva “Paisagens Urbanas– Intestino
da Cidade III, curadoria de Graça Ramos, apoio UFBA, no Solução
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Cartaz de uma exposição que fez na Alemanha. |
Visual, bairro
da Fazenda Garcia, em Salvador. Participantes: Anderson Marinho, Elizabeth,
Actis, Denise Pitágoras, Gilson Cardoso, Luiz Mario, Mario Britto e Nanci
Novais entre outros. Em 2008 foi convidado por Edivaldo Gato,
pinta ao vivo no porto da Barra no projeto Espicha Verão, parte do projeto
24hs, em convenio entre a ARPLAMB (Associação dos Artistas Plásticos Modernos
da Bahia) e da Bahiatursa, contando com um catálogo do evento. A obra foi
adquirida no “Leilão das Voluntárias Sociais da Bahia” que ocorreu no Museu
Rodin - Palacete das Artes Maio 2008 Markus recebe o título Doctor Honoris
Causa da Cultura, das Artes e da Saúde Social da Bahia pela Uni-A Universidade
Corporativa das Américas, através da fundação Luiz Ademir-Flamir,
EDC-Publicações, com apoio especial da fundação Iberoamericana ,escritório
central do Brasil como “Artista Convidado”, Chaf participa da 14ª Exposição de
Desenho e Pintura realizada de 15 a 27 de novembro no shopping Villas Boulevard ,
Villas do Atlântico –Lauro de Freitas, sobre a curadoria de Lina Miotta. É
lançado um Catálogo. Em 2009 Obras de Chaf foram usados para
decorar o showroom dos ambientes de Adriana Araújo e Suzane Cabús na loja
Efeito Home / Barra sobre curadoria de Monique Humbert no lançamento da grife
Goya Lopes. Pinta ao vivo no Porto da Barra durante o projeto “Espicha Verão”, parte
do projeto 24hs, em convenio entre a ARPLAMB (Associação dos Artistas Plásticos
Modernos da Bahia) e da Bahiatursa. Na pré-conferências setoriais de Cultura,
Markus é eleito Delegado suplente no segmento Artes Visuais do Governo da
Bahia / Secretaria da cultura. Em março 2010 participa de uma
exposição coletiva no Espaço Cultural Bravna, Salvador, Rio Vermelho, sobre o
tema “Visões do Feminino” junto com Catarina Argolo, Cesar
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Markus Schaaf no seu ateliê que chama de Casa do Lagarto, em Itapuã, Salvador. |
Romero, Denise
Pitágoras, Inha Bastos, Jane Saült, Giuliani Otaviani, Graça Ramos, Rosa Alice
França e outros sobre a curadoria de Graça Ramos. Em novembro
2011
expõe na Exporte - Feira Internacional de Artesanato, Arte, Cultura e Turismo
no Centro de Convenções Salvador – Bahia. Em
2012 participa da
mostra Entre Amigos no Foyer da Biblioteca Central da Bahia sobre a curadoria
de Graça Ramos 2012 faz parte do Revista / Catálogo Comprarte tiragem de 10.000
exemplares dos diretores Selma Ferreira e Zete Davis com a participação de
Matilde Matos e Menelaw Sete. Em
2014 Sobre a curadoria de Lita
Limey, Chaf pinta ao vivo uma tampa de madeira com arte abstrata multicolorida
para ACE, um espaço ambiental, cultural e esportivo na Rua Orlando Imbasshay,
Stella Mares. A praça,
transformada de um
lixão e hoje, apresenta artes
plásticas, poesia e música consta hoje obras de Graça Ramos e do artista
italiano Giuliani Ottaviani. Em 2016 foi convidado pela
comunidade ACE (espaço Ambiental, Cultural e Esportivo), Rua Orlando Embasai,
Stella Mares com a curadoria de Lita Limey. Chaf pinta um mural de arte
abstrata  |
Foto 1 - Universo Paralelo, 2005. Foto 2 - Ânimo, 2022 .Foto 3 - TextoDreamtime,2023. |
que também é divulgada através de uma camisa de malha. Em fevereiro,
março 2017 participou da 6ª Edição Art Expo Salvador –Bahia convidado pela Curadoria de Lita Limley e do presidente fundador da Galleria
d´arte Associazone Cultural Eclettica Giuliano Ottaviani. Em 2018 e anos
seguintes participa da exposição coletiva de 100 artistas do Circuito da Moda e Arte, no shopping Salvador, curadoria Leonel Rocha Mattos. Em 2023
expõe na exposição em memória Um Tributo a Mestra Elisabeth Actis na Escola das
Belas Artes, na Sede da TV Pelourinho sobre a Curadoria de Graça Ramos. A obra
de CHAF entra no acervo da instituição através da doação do artista; participa
da 2ª Mostra Coletiva da Arte Dialógos Nordestinos – A Poesia de Um Brasil Profundo, sob a curadoria de Adenilse Romana ,em setembro 2024 sobre a curadoria
de Adenilse Romana. Participa a 3ª Mostra de Arte sobre o título Dialógos Nordestinos - Tramas da Cultura)- no Centro Cultural da Câmara Salvador/Bahia
reunindo artistas como Carmen Freaza, D´Cardel Aquarela, Katia Cunha, Paula
Kalantã, Rina Dalence e Wagner Lacerda entre outros. No mesmo ano foi
convidado pela artista plástica e curadora Albha Sampaio a participar da 3ª
Exposição coletiva na Casa Amarela, Rua JJ Seabra, Brejões/Bahia. Em 2025
integra a 4.ª coletiva de Diálogos Nordestinos na Feira de São Joaquim uma
celebração a ancestralidade à resistência no Centro Cultural Manuel Querino,
curadoria Adenilse Romana; convidado pela artista plástica e curadora Albha
Sampaio, participa da 4ª Exposição coletiva na Casa Amarela, Brejões/Bahia.
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