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sábado, 29 de agosto de 2026

MARKUS SCHAAF MOSTRA SUA ARTE DA SUPERAÇÃO

Markus Schaaf - com uma das obras que está
pintando para sua próxima exposição.

O artista visual, músico de jazz, compositor alemão e "um observador da vida urbana" Markus Castelo Schaaf mora em Salvador, no final de linha do bairro de Itapuã desde 1975 e de lá para cá vinha fazendo apresentações com seu violão, compondo canções no estilo Bossa Nova e pintando suas telas. Afirma no seu portfólio de que sua produção teve início na arte abstrata, explorando a liberdades das formas através de uma linguagem de improviso jazzístico como fazia com seu violão. Passou pela figuração com uma estética quase cinematográfica inspirado na atmosfera da filmografia clássica de Fellini e Antonioni em tons cinzas/ sépias e traços fortes de carvão. São quase sempre cenas do cotidiano que ele criava e fixava nos suportes de papel e nas telas de vários formatos.  Afirma que  constrói uma "poética autônoma e universal, mantendo presença ativa na cena contemporânea".

Continua afirmando que sua prática pictórica tem mais de duas décadas de uma investigação contínua sobre a forma, a cor e a presença física do gesto. E que seu caminho a grandes transições estéticas intencionais - desde a abstração cromática inicial e a síntese monocromática até a volta à abstração tátil e a vibração orgânica atual com seus nus em completa liberdade. Finalmente revela que nesta sua "fase atual está rompendo com o rigor geométrico anterior para celebrar o corpo humano em um estado ritualístico e performático, através de uma paleta vibrante de cores". Quando ele fala em rompimento do rigor refere-se às suas criações que nos remetiam às obras de Paulo Klee e Wasli Kandinsky. Klee embora tenha nascido e crescido na Suíça, tem nacionalidade alemã. Era desenhista, pintor, poeta e professor e foi influenciado pelos movimentos dos expressionistas, cubistas e surrealistas. Já Wassily Wassilyevich Kandinsky, foi um artista plástico russo, professor da Bauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.

Obra Tempos Felizes - Um tributo a Vinicius 
de Moraes, de 2007.
Vemos, portanto, algumas visões, coincidências e influências sofridas desses dois grandes artistas reconhecidos como mestres da pintura universal e suas influências na produção de Markus Schaaf, evidentemente guardando as devidas proporções. Após pintar àquelas formas geométricas de antes que exigiam mais precisão e paciência Markus passou a fazer uma pintura figurativa usando tons cinzas monocromáticos quase como takes de uma película cinematográfica. Estas obras trazem no seu conteúdo uma tristeza explícita e continuou se expressando desta forma até recentemente quando decidiu romper e fazer uma pintura mais alegre, com cores fortes e movimentos mais livres e rápidos.

 Continua afirmando que sua prática pictórica tem mais de duas décadas de uma investigação contínua sobre a forma , a cor e a presença física do gesto. E que seu caminho a grande transições estéticas intencionais - desde a abstração cromática inicial e a síntese monocromática até a volta à abstração tátil e a vibração orgânica atual com seus nus em completa liberdade. Finalmente revela que nesta sua fase atual está rompendo com o rigor geométrico anterior para celebrar o corpo humano em um estado ritualístico e performático, através de uma paleta vibrante de cores".

Ele vem com sua vontade de criar se adaptando às condições físicas que lhes permitem mostrar o seu grande talento. A figura mais detalhada esteve presente em uma fase importante de sua produção quando usava tons monocromáticos com tintas cinzas ou pretas para pintar suas figuras e cada obra conta uma história inspirada nos filmes clássicos que gosta de assistir se assemelham quase a histórias em quadrinhos e fatos do cotidiano. Portanto, este retorno à figuração foi tranquilo, e o que mudou é que agora as figuras são representações de mulheres e homens nus sem os detalhes das figuras de sua fase anterior e seus personagens estão mais soltas, se movimentando na tela.

Markus Schaaf tocando  violão.
O artista Markus Schaaf era um virtuoso do violão, reconhecido nos meios musicais de sua terra e daqui, mas está enfrentando um grave problema de saúde porque foi acometido pela doença de Parkinson que já provocou sequelas na sua fala e nos seus movimentos. Porém, mostra tenacidade, vontade de viver e criar e não se entrega, não fica naquele mimimi dos vitimistas. Ao contrário, ele teima em pedalar, fazer exercícios, tocar sua bateria e realizar os movimentos possíveis com seus braços e pernas. Com a ajuda da Inteligência Artificial vem fazendo seu portfólio nos intervalos em que vai criando as suas obras e espera concluir dentro em breve. Ele mostrou nove telas em branco de grande formato   que pretende pintar para uma futura exposição sendo que duas delas já estão em bem adiantadas. Pude ver que antes o artista faz um esboço e em seguida passa para a tela através de pinceladas fortes, rápidas, e com uso das espátulas. As cores são cruas e trazem grande luminosidade. Uma das razões que o artista disse ter deixado sua terra natal foi por causa do frio ele não suporta e pelos tons cinzas. “Aqui tem muita luz, calor e mais alegria.” É exatamente este clima de alegria que encantou este alemão criativo que mudou definitivamente para Salvador onde mora, constituiu família e tem um casal de filhos adultos. Esta sua opção pela predominância do gestual o artista Markus Schaaf, ele assina Chaf como se pronuncia, nominou de Libertação quando mostra o rompimento com as amarras geométricas e o rigor monocromático dos períodos anteriores para celebrar a figura humana em sua forma mais crua e orgânica.Escreveu que “o nu surge despido de artifícios, integrado a um espaço dinâmico onde tons quentes de terra e tangerina encontram a serenidade dos azuis e roxos. A pincelada se torna mais solta, expressiva e performática, transformando o ato de pintar em um ritual de expansão”.

                                                               TRAJETÓRIA

Antes ele pintava figuras geométricas com
composições  que lembram as obras
de Paulo Klee.
O artista Markus Castelo Branco Schaaf nasceu em dezoito de abril de 1961 na cidade de Menden, (Sauerland)) que é uma cidade da Alemanha localizada no estado de Renânia do Norte. É filho de Peter Schaaf que tinha a formação em engenharia civil e sua mãe d. Ingrid Hacheney Schaaf, dona de casa. Passou sua infância e adolescência nessa pequena cidade rural. De 1968 a 1972 estudou na escola Josefschule,  teve como professora a artista plástica Lucie Kaiser e  os primeiros contatos com a arte. Em seguida foi estudar o ginasial no Heilig-Geist-Gymmasium (Ginásio do Espírito Santo) e passou a ter semanalmente aulas de Artes Plásticas. As aulas constavam estudos de Desenho. Além dessas aulas a proximidade com as esculturas do artista  Hausmann, que tinha um ateliê na vizinhança passaram a despertar e a influenciar o seu interesse pelas artes visuais. A influência que ele se refere era o Raoul Hausmann (1886–1971)  um artista austríaco que atuou como pintor, escritor, fotógrafo e escultor, sendo uma das principais figuras do movimento Dada em Berlim. “Embora tenha nascido em Viena, Áustria, em 12 de julho de 1886, passou boa parte de sua carreira ligada ao ambiente artístico da Alemanha.  Foi um dos fundadores do Clube Dadá em Berlim e organizador da Primeira Feira Internacional Dadaísta em 1920. Destacou-se por suas fotomontagens satíricas, poemas sonoros e esculturas em forma de assemblage, com destaque para a famosa obra tridimensional Cabeça Mecânica (O Espírito do Nosso Tempo), de 1919.” Fugiu da perseguição nazista na Alemanha, passando pela Espanha e Tchecoslováquia antes de se fixar na França, onde faleceu em 1 de fevereiro de 1971.  

Escultura com  cabaça  
e elementos eletrônicos.
Voltando ao artista Markus Schaaf em 1985 foi morar na cidade de Dortmund e passou a frequentar galerias e museus das cidades de Köln, Düsseldorf e Berlim. Foi quando conheceu seu amigo argentino Daniel Santamaria ,que era uma espécie de produtor musical, e  o guitarrista também  colega de escola o alemão Ziggy Horn. Tempos depois  decidiram vir com Daniel conhecer Buenos Aires, onde passaram cerca de um ano e fizeram algumas apresentações. Em seguida vieram para a Bahia. Passou a se interessar pelas coisas do Brasil especialmente a Bossa Nova. Retorna à Alemanha e permanece até 1995 em Dortmund quando realiza a sua primeira exposição intitulada Objetos e Instalações – Índio do Ano 2000, com a curadoria do diretor do Museu da Arte Contemporânea de Dortmund o dr. Ingo Bartsch. Estudou violão clássico em Menden, na Musikschule Menden e guitarra jazz na Future Musik School de Frankfurt, onde se diplomou. Enquanto isto, passou a se apresentar em museus e galerias tocando violão durante exposições de arte e outros eventos culturais. Disse que era considerado um virtuoso com o seu violão compondo e se apresentando cantando suas músicas e de compositores brasileiros da Bossa Nova. Juntou algum dinheiro e decidiu vir morar em Salvador em 1995, comprou a casa onde reside, e tem o seu ateliê que chama de Casa do Lagarto, na pacata Colina de Itapuã, onde vive até hoje com sua mulher com quem teve um casal de filhos. 
Obra Água de Beber, inspirada na canção de 
Vinicius de Moraes
.
Chegando em Salvador passou a dar aulas e violão e  Inglês para sobreviver, mas atualmente recebe uma pensão do governo alemão e vive para sua pintura. Tem pouco tempo que foi obrigado a largar o seu violão porque a doença de Parkinson tirou parcialmente a coordenação de seus movimentos tão necessários para movimentar as cordas do instrumento. Quando lhe perguntei se ainda estava tocando violão seus olhos se encheram de lágrimas e revelou que tem uns trinta dias que percebeu que não consegue mais tocar como antes e preferiu deixar o instrumento de lado e vai continuar se expressando através de suas pinturas. Mas, a arte tem um papel importante no enfrentamento da doença e Markus Schaaf vai se adaptando como que driblando as barreiras que a doença impõe. Ele busca diariamente superar as limitações através de sua criatividade e do seu talento artístico.

 A Entrevista, mais uma obra monocromática
de 2008
.
Retornou algumas vezes à Alemanha e levava consigo cabaças, patuás, dentre outros materiais e até porções de areia da Lagoa de Abaeté para fazer suas instalações. Afirmou que suas instalações eram muito apreciadas. As esculturas e objetos foram feitos com a junção desses materiais levado daqui e  elementos  eletroeletrônicos que ele recolhia no lixo e incorporava às suas obras. Tive a oportunidade de ver uma dessas esculturas que ele expôs na Alemanha , que guarda em seu acervo.

Já em Salvador passou a frequentar os eventos artísticos aqui realizados. Em 2002 pinta sua primeira tela abstrata usando tinta acrílica.  Em 2006 decide se matricular na Escola de Arte de Waldo Robatto e através do saudoso artista baiano Edison da Luz participa de uma exposição coletiva reunindo Waldo Robatto, Espinhosa, Ieda Maria, Lina Miotta, Paulo Claussen e outros na Ecco Design, que fica no município de Lauro de Freitas, na Estrada do Coco.  Em agosto do mesmo ano  Chaf - assim que assina suas obras- volta a expor desta vez numa coletiva da empresa Dismel, que funcionava na Estrada do Coco,

Tríptico onde surgem
timidamente cores
.
no Litoral Norte da Bahia, quando e fez uma performance pintando ao vivo para os clientes e apreciadores da arte.  No mesmo ano participa de aulas de pintura clássica com a artista Lina Miotta e do Curso de Planejamento e Gestão da Produção de Exposições, ministrado do Gilberto Habib Oliveira, no Masp-Escola, através o Círculo – Recursos Humanos. Ainda no mês de novembro participa da exposição coletiva no átrio do prédio do Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo, em Salvador, com Lina Miotta, Paulo Claussen e Ligia Ferraz. Encerrando o ano participa como artista convidado da 12ª Exposição de Desenho e Pintura do Ateliê de Arte Lina Miotta no Shopping & Camping,na Estrada do Coco. Em 2007 integra a exposição coletiva na Portobello Shop, Lauro de Freitas ao lado de Juçara Freire, Rosana Prates, Theonillo Amorim, Paulo Claussen e Lina Miotta. Mostra seu estilo figurativo próprio “Catálogo de Artistas Plásticos, Artistas do Vernissage VII 2007-2008”, Rui Dominguez, Editora Domani, São Paulo recebendo o Certificado de Artista Catalogado 2007/2008 e Honra ao Mérito no” 1.º Salão de Arte do Catálogo Artistas do Vernissage”, artista. A publicação tem uma carta de Graça Ramos, artista plástica, doutora de Belas Artes, professora titular da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Em dezembro do mesmo ano  Expôs no Aeroporto o díptico “Homenagem a Tom e Vinicius” 90x230 cm), exposição coletiva da “Oficina de Arte – Waldo Robatto”. Participa também da exposição coletiva “Paisagens Urbanas– Intestino da Cidade III, curadoria de Graça Ramos, apoio UFBA, no Solução
Cartaz de uma exposição que
fez na Alemanha
.
Visual, bairro da Fazenda Garcia, em Salvador. Participantes: Anderson Marinho, Elizabeth, Actis, Denise Pitágoras, Gilson Cardoso, Luiz Mario, Mario Britto e Nanci Novais entre outros. Em 2008 foi convidado por Edivaldo Gato, pinta ao vivo no porto da Barra no projeto Espicha Verão, parte do projeto 24hs, em convenio entre a ARPLAMB (Associação dos Artistas Plásticos Modernos da Bahia) e da Bahiatursa, contando com um catálogo do evento. A obra foi adquirida no “Leilão das Voluntárias Sociais da Bahia” que ocorreu no Museu Rodin - Palacete das Artes Maio 2008 Markus recebe o título Doctor Honoris Causa da Cultura, das Artes e da Saúde Social da Bahia pela Uni-A Universidade Corporativa das Américas, através da fundação Luiz Ademir-Flamir, EDC-Publicações, com apoio especial da fundação Iberoamericana ,escritório central do Brasil como “Artista Convidado”, Chaf participa da 14ª Exposição de Desenho e Pintura realizada de 15 a 27 de novembro no shopping Villas Boulevard , Villas do Atlântico –Lauro de Freitas, sobre a curadoria de Lina Miotta. É lançado um Catálogo. Em 2009 Obras de Chaf foram usados para decorar o showroom dos ambientes de Adriana Araújo e Suzane Cabús na loja Efeito Home / Barra sobre curadoria de Monique Humbert no lançamento da grife Goya Lopes. Pinta ao vivo no Porto da Barra durante o  projeto “Espicha Verão”, parte do projeto 24hs, em convenio entre a ARPLAMB (Associação dos Artistas Plásticos Modernos da Bahia) e da Bahiatursa. Na pré-conferências setoriais de Cultura, Markus é eleito Delegado suplente no segmento Artes Visuais do Governo da Bahia / Secretaria da cultura. Em março 2010 participa de uma exposição coletiva no Espaço Cultural Bravna, Salvador, Rio Vermelho, sobre o tema “Visões do Feminino” junto com Catarina Argolo, Cesar 
Markus Schaaf no seu ateliê que chama de
Casa do Lagarto, em Itapuã, Salvador.
Romero, Denise Pitágoras, Inha Bastos, Jane Saült, Giuliani Otaviani, Graça Ramos, Rosa Alice França e outros sobre a curadoria de Graça Ramos. Em novembro 2011 expõe na Exporte - Feira Internacional de Artesanato, Arte, Cultura e Turismo no Centro de Convenções Salvador – Bahia. Em 2012 participa da mostra Entre Amigos no Foyer da Biblioteca Central da Bahia sobre a curadoria de Graça Ramos 2012 faz parte do Revista / Catálogo Comprarte tiragem de 10.000 exemplares dos diretores Selma Ferreira e Zete Davis com a participação de Matilde Matos e Menelaw Sete. Em 2014 Sobre a curadoria de Lita Limey, Chaf pinta ao vivo uma tampa de madeira com arte abstrata multicolorida para ACE, um espaço ambiental, cultural e esportivo na Rua Orlando Imbasshay, Stella Mares. A praça, transformada de um
lixão e hoje, apresenta artes plásticas, poesia e música consta hoje obras de Graça Ramos e do artista italiano Giuliani Ottaviani. Em 2016 foi convidado pela comunidade ACE (espaço Ambiental, Cultural e Esportivo), Rua Orlando Embasai, Stella Mares com a curadoria de Lita Limey. Chaf pinta um mural de arte abstrata 
Foto 1 - Universo Paralelo, 2005. Foto 2 -
Ânimo, 2022 .Foto 3 - TextoDreamtime,2023.
que também é divulgada através de uma camisa de malha. Em fevereiro, março 2017 participou da 6ª Edição Art Expo Salvador –Bahia convidado pela Curadoria de Lita Limley e do presidente fundador da Galleria d´arte Associazone Cultural Eclettica Giuliano Ottaviani. Em 2018 e anos seguintes participa da exposição coletiva de 100 artistas do Circuito da Moda e Arte, no shopping Salvador, curadoria Leonel Rocha Mattos. Em 2023 expõe na exposição em memória Um Tributo a Mestra Elisabeth Actis na Escola das Belas Artes,  na Sede da TV Pelourinho sobre a Curadoria de Graça Ramos. A obra de CHAF entra no acervo da instituição através da doação do artista; participa da 2ª Mostra Coletiva da Arte Dialógos Nordestinos – A Poesia de Um Brasil Profundo, sob a curadoria de Adenilse Romana ,em setembro 2024 sobre a curadoria de Adenilse Romana. Participa a 3ª Mostra de A
rte sobre o título Dialógos Nordestinos -  Tramas da Cultura)- no Centro Cultural da Câmara Salvador/Bahia reunindo artistas como Carmen Freaza, D´Cardel Aquarela, Katia Cunha, Paula Kalantã, Rina Dalence e Wagner Lacerda entre outros. No mesmo ano foi convidado pela artista plástica e curadora Albha Sampaio a participar da 3ª Exposição coletiva na Casa Amarela, Rua JJ Seabra, Brejões/Bahia. Em 2025 integra a 4.ª coletiva de Diálogos Nordestinos na Feira de São Joaquim uma celebração a ancestralidade à resistência no Centro Cultural Manuel Querino, curadoria Adenilse Romana;  convidado pela artista plástica e curadora Albha Sampaio, participa da 4ª Exposição coletiva na Casa Amarela, Brejões/Bahia. 



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