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sábado, 21 de fevereiro de 2026

UM MERGULHO NA OBRA E TRAJETÓRIA DE EDGARD OLIVA

O artista Edgard Oliva trabalhando no se
ateliê em Itaquara, interior da Bahia.
O professor de fotografia da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal da Bahia, Edgard Oliva é um artista multimídia que gravita, em torno do desenho, da pintura,  escultura,  fotografia e também realiza vídeos com conteúdo criativos e impactantes. Já realizou inúmeras exposições individuais e coletivas de pinturas, fotografias, vídeos  e até instalações, inclusive no exterior.  Fez o mestrado e o doutorado na Escola de Belas Artes, da UFBA,  de pesquisa Poéticas Interdisciplinares. Com o passar do tempo a pintura foi perdendo espaço em sua caminhada e a fotografia passou a ser sua atividade de maior interesse. Atualmente está empenhado em retornar ao desenho e à pintura, sem abandonar a fotografia que lhe atrai com especial intensidade. Fui encontrar o professor Edgard Oliva na EBA, onde ele exerce o cargo de vice-diretor, e quando da nossa conversa estava no cargo de diretor em exercício.

Escultura Casulo feita
de tiras de madeiras,
papel e outros materiais.
Seu nome completo é Edgard Mesquita de Oliva Júnior, nasceu em três de janeiro de 1957, na cidade de Jequié, Bahia. O pai quando estudante de Odontologia gostava de desenhar e frequentou o atelier do grande mestre da pintura baiana Presciliano Silva que o incentivava a continuar com seus desenhos e a abraçar a carreira de artista. Porém, seu avô preocupado com a sobrevivência do filho insistiu para que se formasse em Odontologia e seguisse  a carreira de dentista. Disse Edgard Oliva rindo que o seu avô era firme e dizia: “Você vai ser é doutor para dar comida a seus futuros filhos”. Nesta época a família residia na Rua do Tingui, e seu pai Edgard Mesquita de Oliva ao concluir o curso foi clinicar em Itaquara, interior da Bahia, onde conheceu d. Gildeth de Almeida. Casaram e viveram lá por dez anos. resolveram mudar para Itapetinga em 1960. O Edgard Oliva ficou morando com os pais  até os quinze anos de idade. Fez o primário no Escola José Vaz Espinheira e parte do curso ginasial no Ginásio Albert Schwartz, que pertence à igreja Batista, atualmente oferece também o curso colegial. Antes de concluir o ginásio veio para Salvador e foi morar com a avó no Jardim Baiano. Estudou no Colégio Severino Vieira, depois veio o outro irmão e foram morar ainda no bairro de Nazaré na casa de uma tia. Lembrou com alegria que era uma festa porque reunia ele, seu irmão , primos e primas.

Ao concluir o colegial em 1975 fez vestibular para Medicina, mas não foi aprovado. Em 1977 fez novo vestibular e foi aprovado em Licenciatura Ciências Biológicas. Quando indaguei como a fotografia chegou até ele contou que uma tia viajou para a Europa e trouxe uma câmera compacta Kodak Brownie   para

Quatro fotografias da série Impressões
do Mito expostas no MAM. Foram resultado
do erro ao usar  duas vezes o mesmo filme.
sua mãe, que ainda era solteira, e passou a fotografar a família e eventos que ocorriam em seu entorno. Já aos dezesseis anos Edgard Oliva via sua mãe fotografando e passou a se interessar. Lembrou que a família ia fazer passeios no bairro da Ribeira, em Salvador, e  juntamente com a mãe aproveitava para fotografar. Passou a desenhar inspirado em seu pai que desenhou os móveis da casa, carros e tudo que lhe tocava. O tempo passou, a câmera desapareceu, e em 1982 quando Edgard Oliva de posse do diploma de professor de Ciências Biológicos resolveu se apresentar na Escola de Belas Artes, fez um teste de Desenho e foi aprovado e entrou por ser portador de diploma universitário. Nesta época desenhava , pintava e desde o início na EBA já se juntava com outros colegas e começaram a expor. Disse que mesmo antes, chegou a levar estudantes de Belas Artes para expor no Centro Acadêmico do Instituto de Biologia. 

Obra da série Amarras feita de carvão sobre 
papel canson , de 1987
.
Para ele sua presença como estudante na EBA foi um período muito rico e destacou que foi aluno de Desenho do professor Ailton Lima. Observou que suas aulas contribuíram para a melhoria do seu desenho e entusiasmado com as aulas de desenho em pastel que o professor Ailton Lima ministrava resolveu comprar uma caixa de pastel com setenta e duas cores e começou a desenhar. Chegou a fazer uma série desses desenhos com pastel e afirmou que praticamente vendeu quase todos. “Os trabalhos que me colocaram nas galerias surgiram após as aulas dele." Recordou que uma vez ele mandou que seus alunos riscassem uma folha de papel aleatoriamente e depois entregou outra folha com um retângulo vazado e instruiu que fossem passando por cima dos riscos que fizeram e observassem o que tinham feito. Foi aí que surgiu a série de trançados do Edgard Oliva. A partir daí resolveu continuar e pesquisar sobre os trançados resultando numa exposição de obras com esta temática . Em seguida teve aulas de pintura com a professora Maria Adair. Como era autodidata foi na EBA  que desenvolveu suas técnicas de desenho, pintura e noções de perspectivas. Em 1988 teve a felicidade de conhecer um professor alemão amigo de um colega que estava aqui na Bahia . Ele comprou dez trabalhos feitos por Edgard Oliva  e levou para a Alemanha. Antes de retornar disse que ia mostrar lá para amigos ligados à arte, e se eles gostassem ia lhe convidar para passar uma temporada. No final de 1988 recebeu uma carta do alemão lhe convidando. Durante o ano de 1989 fez uma revisão da língua inglesa e se preparou,  e em 1990, pediu licença do magistério . O artista Edgard Oliva  ensinou  Biologia de 1982 a 1994 no Colégio João Florêncio Gomes, na Ribeira, depois no Colégio Anísio Teixeira, na Ladeira do Paiva e encerrou sua 
O artista Edgard Oliva tendo ao fundo uma
pintura de sua autoria.
carreira de professor do Estado na ECESBA - Escola de Curso Supletivo do Estado da Bahia. Esta escola atendia individualmente os alunos que não conseguiam acompanhar o curso normal e funcionava na Biblioteca dos Barris.  
Foi para a Alemanha em 1994 a convite do industrial do norte Engelbert Steinberg e passou cerca de um ano. O alemão alugou uma pequena casa  num lugar belíssimo, uma aldeia com apenas oito mil habitantes que tem vinte e uma  galerias e oito museus! Lá residiram grandes artistas impressionistas  alemães  e suas residências viraram museus e galerias. O lugar é “Worpswede, localizado próximo a Bremen, na Alemanha, é uma célebre colônia de artistas fundada por volta de 1889. O local é renomado por sua vibrante cena artística, com museus como o Benhof e a Grande Exposição de Arte (Grobe Kunstschau), além de inúmeras galerias e ateliês, como o Mimis Erbe e a Galerie Altes Rathaus. A área atrai artistas há mais de 140 anos e continua sendo um centro cultural ativo”. (Erben). A casa alugada  tinha um pequeno silo e Edgard Oliva transformou este silo em  atelier durante o tempo que passou por lá. Daí foi para Mannheim, onde ficou três meses juntamente com uma amiga artista.  Mannheim, localizada no sudoeste da Alemanha, é a segunda maior cidade de Baden-Württemberg, conhecida como Cidade dos Quadrados (Quadratestadt) pelo seu layout de ruas em grade e por ser berço de invenções como o automóvel e a bicicleta. Em seguida foi para Eichenau que é um município da Alemanha, na Baviera, e neste ínterim fez dez exposições de sua produção na Alemanha. Quando voltou em 1992 foi ensinar Biologia, no Estado, e deixou a EBA. Não chegou a concluir o curso de Licenciatura em Desenho, “mas o destino me quis aqui.”, disse Edgard Oliva.  

Folder da exposição A Grande Arca
de fotos  dos presépios da
Chapada Diamantina, na Bahia.
Veio a fotografia e fez uma exposição em 1989 a 2000 chamada Impressões do Mito, no Museu de Arte Moderna da Bahia, resultado de um trabalho concluido  quando participou do workshop Light-Art tendo como orientador o professor alemão Dieter Jung, no Instituto Goethe, em Salvador. O primeiro cargo acadêmico deste alemão foi como professor visitante na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, Brasil, em 1975. No workshop aprendeu algumas técnicas inclusive a trabalhar  com canetas a laser. A exposição do artista Edgard Oliva foi feita utilizando fotografias de um filme de slides  que ele havia usado para fotografar  cenas do desfile da Timbalada durante o carnaval . Aconteceu que tinha levado apenas dois filmes o de slides e um de 400 asas . Ao terminar o primeiro filme retirou da máquina e na hora que foi pegar na mochila o segundo filme trocou e colocou o mesmo filme de slides que já tinha batido. Resultado , por causa deste erro surgiram imagens superpostas  quase irreconhecíveis. Guardou durante um ano e meio e neste período seu olhar mudou, já tinha  outra visão. Levou o filme e  mostrou ao professor alemão que  gostou das imagens e Edgard Oliva passou a trabalhar com canetas de raio laser , posteriormente foram expostas no MAM. A propósito  escreveu o saudoso crítico e poeta  Wilson Rocha com “ Edgard Oliva com formação técnica na Alemanha, pertence a uma geração de pintores extremamente articulados, que operam com estratégias plásticas múltiplas. O que dão a medida do seu valor. Essa geração surgida por volta dos anos oitenta reafirma sua visão que exalta a instantaneidade da imagem, mas não elimina a sua identidade, aniquilando, no entanto, a existência presente e substituindo o lugar por um local de passagem.” 

Obra  Ninho desenho a grafite e carvão
sobre papel canson, de 2021
Foi  fazer uma exposição em 1997 chamada de A Chuva da Luz, na Galeria Unama, em Belém do Pará. No final de suas experiências com o professor alemão ele passou a fotografar a cidade à noite e a provocar aquele erro que cometeu com o filme de slides coloridos. Foi quando  construiu um objeto usando o tecido voil composto de quatro folhas, pendurou no teto, e por ser leve ele girava com o vento. Para os que não conhecem o tecido voil é um material fino, leve e transparente, geralmente feito de poliéster, com textura macia e ótimo caimento, ideal para cortinas sofisticadas, decoração de eventos e vestuário fluído. O artista Edgard Oliva Passou a projetar aleatoriamente as fotos superpostas, dando um resultado visual diferenciado. “Foi aí que descobri que tinha em minhas mãos uma fábrica de imagens “, disse com alegria o professor Edgard Oliva. 
Fez uma residência de Portugal sabendo que sua mãe gostava de fotografar resolveu comprar uma câmera Kodak Brownie para ela e passaram os dois a fotografar.  Ao retornar  estava em Salvador  o Michael Toss, curador das Casa das Artes, em Berlim. Veio fazer um trabalho com Mário Cravo Neto e ele foi ser o intérprete por falar alemão e lhe convidou para ir morar na Alemanha. Conta Edgard Oliva que recusou ir morar na Alemanha porque “  estava começando o projeto dos Presépios, e disse a ele que só existem na Bahia." Mapeou a Chapada inteira e viajou durante  cinco anos, visitando lugares fora do circuito turístico.
Pintura da série Cidades Verticais.
Fez cinema, fotografia , escreveu  a história dos presépios e  montou uma exposição de fotografias e vídeos em 2011 chamada A Grande Arca, na Caixa Cultural, em Salvador.” Disse que esta exposição lhe trouxe as lembranças de quando era menino e visitava com seus pais casas nas quais os moradores faziam presépios. Desses recorda do presépio de Dona Cota e senhor Fernando,  em Itapetinga, um casal sem filhos que criava um tatu como pet de estimação. Inclusive os presépios foram tema de sua tese do mestrado e assim ele escreveu: “O presente trabalho descreve uma poética que tem como tema principal a investigação dos presépios atuais na Chapada Diamantina, Estado da Bahia, com ênfase nos processos de criação desses cenários natalinos. Com uma abordagem sócio compreensiva, o objeto foi investigado com base na estética do visível, tendo como princípio o imaginário do sujeito para a ação criadora a partir da investigação oral e dos elementos presentes nos presépios estudados. Foram utilizadas para abordagens teóricas autores como Roland Barthes, Michel Maffesoli, Luigi Pareyson e Ítalo Calvino, que tratam a ação criadora como o modus operandi do sujeito. Foram empregadas as técnicas da fotografia e do vídeo, assim como entrevistas diretas e aplicação de ficha de identificação para inventário do objeto, como instrumentos de coleta das informações necessárias à compreensão da pesquisa. O processo criativo finalizado ou configurado em fotografia e instalação ocorre a partir dos recortes fotográficos que foram realizados enfocando elementos, ou conjuntos de composição, que extrapolam a estrutura religiosa, sendo, contudo, reveladores de situações sociais e da crença inseridos no contexto do imaginário no presépio. A partir desse princípio foi gerada a instalação todos os dias, na qual se faz uma analogia entre as figuras “mutiladas” dos presépios com as crianças de rua dos grandes centros urbanos, simbolizadas nos bonecos encontrados ‘abandonados’ em nossas  vias urbanas."
Pintando na Alemanha a Mulher de Roxo.

Já o doutorado ele disse que estava em dúvida e foi com um irmão para a fazenda. À noite viu a lua cheia por cima de um pé de seriguela. Pegou a câmera e fez uma série de fotos. Depois num final de semana foi passar com um irmão na casa de praia e acabara de pintar uma parede de branco. Ao observar disse "é isto que quero!” Foi quando veio a ideia de Luz da Noite, Luz do Dia. Já tinha a noite com as fotos feitas na fazenda e agora  as do dia.  Surgiu em seguida o interesse em fazer uma  exposição na Galeria ACBEU chamada de  Quando a Noite Encontra o Dia, em 2016.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS - Em 1985- Na Intimidade das Formas, Lobby do Hotel Merídien, Salvador-BA.1986- Pinturas, Galeria Bon Vivant, Salvador-BA; 1990 - Buscando Novos Tons, Art Expressão, Salvador-BA; Edgard Oliva in Tempo, Deutsche BankBremerhaven, Alemanha; Brasil: Ordem e Progresso! Stadtbibliotek Bremen-Alemanha. 1991 - Bahia - Munique, Galeria Vigny, Munique-Alemanha; Caso Caos, Galeria de Arte Vila Imperial, Vitória daConquista - BA. 1994 - Atelier UrielGalerie, Stuttgart-Alemanha; Construtivismo Brasileiro, Galeria Vigny, Munique-Alemanha.1996 - Urbanos-nós, Frazão Arte Galeria, Salvador-BA. 2000 - Impressões do Mito (Fotografias), Museu de Arte Moderna da Projeto Verão, Museu de Arte Moderna do Bahia, Salvador-BA.

D. Antônia Pereira, de Utinga, Bahia,
fotografada por Edgard Oliva em 2017.
COLETIVAS - 1984 - Galeria Solar do Ferrão, Salvador-BA; Artistas Jovens, Cañizares Galeria de Arte, UFBA. 1985 - Primeiro Tempo, Cañizares Galeria de Arte, UFBA, Salvador-BA; Cores e Formas, Galeria Malhoa, Salvador-BA. 1986 – Mostra Baiana de Artes Plásticas, Foyer do Teatro Castro Alves, Salvador-BA. 1987 - Composição Drástica Conjunta, Galeria Bon Vivant, Salvador-BA; Galeria Profiarte, São Paulo-SP.1988 - Projeto Verão,  Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA; Rocha, Areia e Mar & Desamarrando as Amarras, Célia Mallet & Edgard Oliva, Cañizares Galeria de Arte, UFBA, Salvador-BA.1989 - ARte Itapetinga", Itapetinga-BA; Escarcéu, Galeria do ACBEU, Salvador-BA.1990 -  Graphik Kunst, el-galerie, Karlsruhe, Alemanha.1992 - Mitos de uma Identidade, 13 Artistas Latino Americanos, Aspekte Galerie im Gasteig, Munique e em Frankfurt, Goethe-Institut, Alemanha;  Interpretando a América 1, Galeria ACBEU. Interpretando a América 2, Galeria ACBEU, Salvador-BA. 1993 – Ad Infinitum, Galeria ACBEU, Salvador-BA. 1994 - Coletiva de Verão, Galeria Abaporu, Salvador-BA; 1° Workshop MAM-Bahia de Artes Plásticas. 1995 - 20 Anos Galeria ACBEU, Salvador-BA; Luz na Arte, Arte da Luz", Galeria do ICBA Salvador-BA. 1995-1996 - Lençóis de Luz, Espaço Cultural do IPHAN, Lençóis-BA; Uno, Galeria ACBEU, Salvador-BA; Tropicália 30 Anos, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA.1999 – Arte Arte, Salvador 450 Anos, Museu de Arte Moderna da Bahia Salvador-BA; Arte Arte, 450 Anos, Museu da Cidade Rio de Janeiro-RJ; Arte Arte, Salvador, 450 Anos", Memorial de Curitiba, Curitiba- PR. 2000 – Impressões do Mito – Fotografias no Museu de Arte Moderna da Bahia – Salvador-BA. 2011-2012 – Exposição a Grande Arca, Fotografias e Vídeos de Edgard Oliva, , Caixa Cultural, Salvador-BA.2016 – Exposição Quando a Noite Encontra o Dia , comemorativa dos 75 anos da Galeria ACBEU.

Foto da abertura de expo individual em
Munique, na Alemanha .
SALÕES / BIENAIS - Em 1987 – V Salão Nacional de Arte Fotográfica, Goiânia-Goiás. 1988 - I Salão Universitário de Artes Visuais, Foyer do Teatro Castro Alves, Salvador-BA; I Salão Baiano de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA. 1989 - Il Salão Baiano de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA. 1990 - II Salão Universitário de Artes Visuais, Foyer do Teatro Castro Alves, Salvador-BA. 1993 - II Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemann, São Félix, BA.1994 -I Salão MAM Bahia de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA. 1995 - III Bienal do Recôncavo, Centro Cultural Dannemann, São Félix-BA. 1996 - III Salão MAM Bahia de Artes Plásticas, Museu de arte Moderna da Bahia. 1997 - IV Salão MAM Bahia de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA.  1999 - VI Salão da Bahia de Artes Plásticas, Museu de Arte |Moderna da Bahia, Salvador-BA.

Incursão na Casa Preta , em 2024.
FOTOGRAFIA E VÍDEO - Em 1993 –Oeste, vídeo, assistente de direção. 1994 – I Coletiva Fotografia, Shopping Itaigara, Salvador-BA; Oficina de Vucano, Vídeo, Fotografia de Cena, direção Mônica Medina. 1995 - Workshop Light-Art, Instituto Goethe, Experimentação a Laser na Fotografia, Salvador-Ba. 1996 - Fotografia Contemporânea na Bahia, Ano 2, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA. 1997 - Lençóis de Luz, Espaço Cultural IPHAN Lençóis – BA; A Chuva da Luz, Galeria da Unama, Belém-PA; No Rumo da Luz", vídeo sobre a exposição, A Chuva da Luz, Instituto Goethe, Salvador-BA; 5° Semana Sergipana de Fotografia, Galeria da Cultarte, Aracaju-SE; Fotografia Contemporânea na Bahia, Ano 3, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA. 1998 - Fotografia Contemporânea na Bahia, Ano 4, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador-BA; Bahia à Paris Arts Plastiques d'aujourd’hui , Galerie J & J Donguy, Paris -França. 2000 - 7 Fotógrafos, Galeria Pierre Verger, Salvador-BA.

PREMIAÇÃO- Em 1994 - Vídeo Oeste, Direção Mônica Medina e Airson Heráclito. Assistente de Direção Edgard Oliva; Concurso "A imagem em 5 minutos - Pelourinho, Fundação Cultura do Estado da Bahia, Salvador-BA.1997 -   Indicação para o Prêmio Nacional de Fotografia da FUNARTE, Rio de Janeiro.

  

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